14.1.10

Terremoto no Haiti e adeus à Zilda Arns

Não tenho como dizer o quanto lamento essa tragédia com nossos irmãos do Haiti.

Imagine não ter hospitais para levar parentes gravemente feridos, não ter acesso à água, comida, comunicação.

As pessoas dormindo nas ruas, sem luz, mortos e vivos embaixo dos escombros... e os tremores continuam!



100 mil mortos e mais centenas de milhares enfrentando esta situação, agora mesmo.

Só posso desejar do fundo do coração, que todos aqueles que poderem ajudar, façam isso.

Escolhi a Viva Rio, uma das ONGs que está recebendo doações.
Está presente no Haiti desde 2004 e mantém 400 pessoas na ilha.


E uma homenagem à brasileira Zilda Arns, médica e fundadora da Pastoral da Criança e da Pastoral da Pessoa Idosa.

Estava lá, além do seu país, combatendo a pobreza e a injustiça.

Foi um orgulho para o Brasil enquanto viveu e uma enorme perda, agora que foi vítima desse terremoto.

"O trabalho social precisa de mobilização das forças. Cada um colabora com aquilo que sabe fazer ou com o que tem para oferecer.

Deste modo, fortalece-se o tecido que sustenta a ação e cada um sente que é uma célula de transformação do país"

(Zilda Arns)

Zilda Arns
Zilda Arns
Zilda Arns



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3 comentários:

Juliana Migliorati disse...

Eu fiquei extremamente chateada!
Muito triste td que aconteceu, beijinhos Nicholas

Canteiro Pessoal disse...

Nicholas, estava na rodoviária de Curitiba quando soube da tragédia, realmente é lamentável. O que fazer sobre? Cada semelhante contribuir para amenizar tal situação, pois nunca será o suficiente por perdas tamanha que este povo sofrera e está ainda sofrendo pelos tremores insistentes em ação.

Abraços e paz

Priscila Cáliga

Eduardo disse...

Perdemos um anjo que fez de sua vida uma lição de amor ao próximo. Dra. Zilda sempre ia mais longe. Sujando seus sapatos de lama, adentrava casas humildes com igual humildade que iluminava os corações de quem a ouvia falar de seu projeto.
Salvar crianças era seu lema e foi passando essa mensagem que ela se foi, junto com mais de 200 mil outras pessoas, a heroina ascendeu ao seu posto no céu. Sim, Zilda Arns morreu mais sua lição foi passada, uma história de amor à vida, nos ensina que basta uma pessoa querer ajudar, que milhares ajudarão. Ela morreu tentando mudar o mundo em uma igreja no pais mais pobre das Américas no terremóto que varreu um país já arruinado pela miséria e guerra. Vamos seguir seu exemplo! Vamos ajudar aos sobreviventes desta catástrofe, doando ou ajudando a coletar alimentos não perecíveis em igrejas ,seja ela católica, evangélica, batista ou judaica assim podemos salvar vidas

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