12.11.10

Urban Ballet

"Dançarinos não precisam de palco.
Apenas de alma"




http://www.youtube.com/watch?v=1DIiQL8FkyY



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2 comentários:

Canteiro Pessoal disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Canteiro Pessoal disse...

Nicholas, há um campo promissor em que a velocidade da voz dança e, é pautada em ajustes plenos. Os movimentos, passos sem precisarem de palco, e a alma, como cor; o aroma em corpo e se embriaga pelo olhar da bela leveza. Do primordial, os atos e gestos inebriantes se tornam a linha divisória de status que se reformulam, palavras reencontrando-se para repontar futuro sem algemas, no intuito de papel social humanizador do ballet. Na estrofe de dedos cativantes: a dança do gerar elo, que liberta em comunhão. Com evocar e focar a retina na navegação do novo oceano, e se levanta solene, jura-se: amar firme, fiel e verdadeiramente o vento em dança, que se fala de todas as sensações. De oceanar jardinagem diferencial as janelas mudam e o cenário retrata que a chuva passa quando sinaliza um prostrar. As jogatinas e conceitos no umbigo não adiam nova rotação, ainda que as noites pesem séculos, repagina-se o protagonista vida e elabora-se reestruturação dos laços num pensar voltado a linha da profundidade e capturação das riquezas jorradas nos detalhes. Ler-se e reler-se adentrado ante formas de dizer amplexos mais quentes, focado no que por trás se aborda, faz e refaz atrás de um raio de sol, de maneira consciente para que o todo se beneficie, na qual o paladar acentua liberdade de ser e ser-se pacífico, ardente riso realçando a flor. Aos que rodeiam e observam às escondidas, múltiplas nas indagações: - Que força é essa pétalas? Os muros que desfazem em toques e os toques de toques, com desvio de rota, proveniente falar enfático de frutos, primavera celada de canto de louvor e se estende um tapete.

Abraços

Priscila Cáliga

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