10.3.11

A Arte de Eduardo Marinho - Observar e Absorver, Sensibilizar e Conscientizar.



Veja o Vídeo!



http://www.youtube.com/watch?v=1hgZKHkG120


Frases:


"Eu quero experimentar o que é não ter nada."

"Todo mundo é apavorado de ficar pobre [...] dentro de gaiolinha de ouro, sempre fechados. São prisioneiros dali, olham para as grades e vêem segurança, nós olhamos de fora e vemos que estão presos."

"Não posso aderir a esses valores ridículos que eu vejo a minha volta, e que as pessoas têm como os únicos valores possíveis. É mole?"

"Vivem angustiadas para cacete, quando conseguem o objetivo material, já vem a insatisfação de novo e vão atrás de outro objetivo material."

"Não se tocam que a necessidade na realidade é abstrata: integração, solidariedade, afetividade. Mas isso a propaganda não divulga, porque não dá lucro."

"Publicidade é uma atividade criminosa, cria necessidades desnecessárias, artificiais."

"As nossas necessidades materiais são muito pequenas, são só 5: ar, água, alimento, agasalho, abrigo."

"Arte é arma."

"Isso aqui é uma democracia? É um democracídio."

"Que vencedor que nada. Não tô aqui para competir. Quem disse que a vida é uma competição? A mídia?"


"Pior é ver as pessaos acreditando, competindo mesmo. Compete marido com mulher, vizinho com vizinho, irmão com irmão, colega com colega - todo mundo é inimigo."

"As estruturas política, jurídica, legislativa não permitem que haja uma real democracia."

"Engraçado, esse pessoal dizendo que há oportunidades para tudo, que pobre é incompetente. A competência do pobre foi caçada no ensino."

"Conheci o marxismo. Achei o marxismo ótimo, ótimo. Aí conheci os marxistas, achei péssimo, péssimo."

"Eu me sinto parte da humanidade e não de uma elite."

"Dizem que é uma competição justa. Mas colocam o filho na escola particular, ali perto da linha de chegada. Para ser justo, teria que todos começarem do mesmo ponto."

"Não achei nenhuma coletividade que eu pudesse me encaixar, a não ser a coletividade humana como um todo."

"As pessoas confundem falta de conhecimento, com falta de inteligência, de personalidade. Na favela, se você entra com humildade, há muito o que aprender."

"Para haver uma revolução é preciso uma a maior parte da população esteja consciente. Mas não vejo esses líderes conscientizando, eles querem liderar as massas, não falam a língua do povo."

"O povo não é ignorante, é ignorantizado."

"A mídia trabalha com o inconsciente das pessoas, criminosa, insidiosa, mal-intencionada e muito bem feita."

"Educação pública é uma sabotagem. Não merece o nome de educação."

"Não há um interesse em acabar com o tráfico. Eles tem empresas, financiam campanhas de políticos."

"Não dá para combater o opressor. É preciso conscientizar o oprimido. Ele precisa perceber a opressão."

"O Estado é sequestrado pelo poder econômico, quem manda não tem nada a ver com o Estado, está acima do Estado."

"O professor, principalmente de adolescentes, envelhece sem acomodar o pensamento."


Veja também:


Blog do Eduardo Marinho: Observar e Absorver


+ obras dele:







E-zine Pençá (*Pensar)


Veja também:



Gostou? Compartilhe:
TwitterStumbleupondel.icio.us

3 comentários:

Daniel disse...

È dito aqui tantas coisas sobre o mundo e sobre pessoas que surge um medo de falar só por ter certeza que você não se enquadra nas ideias mostradas, apesar de acreditar nisso.
Mesmo assim, sem querer ofender e me colocando numa posição de admirador da forma com que é mostrada a realidade aqui, gostaria de perguntar:
Com tanta noção de mundo, com tantos conceitos pré definidos e tantas ideias revolucionarias não existiria outra forma de ajudar as coisas a melhorarem?
Compartilho dessas ideias e recentemente resolvi adotar novas condutas procurando novas formas de agir e interpretar as necessidades das pessoas e as minhas. A única forma de mudar as coisas é através um rumo de privações?

Adriano 777 disse...

Concordo com o Daniel, acredito que com todas estas idéias na cabeça, ficar apenas falando assume um papel passivo diante do mundo com pequena chance de muda lo de alguma forma. Não seria mas produtivo propor um modelo que funcione melhor no lugar de apenas criticar o modelo existente?

Observar e absorver disse...

Antes de perceber como colaboramos com este "modelo" em que vivemos, é ingênuo propor outro, sem base. Colaboramos com valores e comportamentos plantados, impostos e falsos, que interessam apenas ao punhado dominante, que usa a mídia pra narcotizar as consciências, compra a política financiando campanhas eleitorais e determina as políticas públicas, sabotando o ensino público e controlando o privado e o universitário, pondo o Estado a seu serviço, como um robinhude ao contrário.

Blog Widget by LinkWithin