31.8.12

PSICOLOGIA AMBIENTAL: Por quê não agimos? (Vídeo + Slides)

Psicologia Ambiental é um tema que considero muito importante, e resolvi montar essa apresentação de slides e o vídeo como um resumo dos melhores conteúdos que encontrei.

Se gostar, divulgue! ;)

PSICOLOGIA AMBIENTAL
Vídeo:


PSICOLOGIA AMBIENTAL: Por quê não agimos?
from Nicholas Gimenes on Vimeo.



Slides:


Bibliografia:
Veja também:

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29.8.12

Todo Mundo tem um Plano - Frase de Mike Tyson

"Todo mundo tem um plano...
até tomar um soco na cara."


(Mike Tyson)


Mike Tyson

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25.8.12

Antes e Depois das Eleições: A verdade

Eleições, Política, Políticos

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22.8.12

Mortos pela Propaganda

Bolha de pensamento de Micah White - YouTube


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15.8.12

10 Maiores Erros ao Mudar seus Hábitos (e como consertá-los) - Stanford University

Top 10 Mistakes in Behavior Change from Persuasive Technology Lab at Stanford


1) Contar apenas com sua força de vontade nas mudanças de longo prazo.
Imagine que força de vontade não existe. Esse é o 1º passo para um futuro melhor.


2) Tentar grandes saltos ao invés de dar passos pequenos
Busque pequenos sucessos - um após o outro.


3) Ignorar como o ambiente molda o comportamento.
Mude o seu contexto e você mudará sua vida.


4) Tentar parar velhos hábitos ao invés de criar novos.
Foco em agir, não em evitar.


5) Culpar a falta de motivação por fracassos.
Torne mais fácil a adoção do comportamento.


6) Subestimar o poder dos incentivos/estímulos (triggers).
Não há mudança de comportamento sem incentivos para isso.


7) Acreditar que informação leva à ação.
Nós, humanos, não somos tão racionais.


8) Foco em objetivos abstratos mais do que em ações concretas
Abstrato: Ficar em forma. Concreto: Caminhar 15 min hoje.


9) Buscar mudar um hábito para sempre, e não por um curto período.
Períodos fixos funcionam melhor do que "para sempre".


10) Assumir que é difícil mudar hábitos.
Fica mais fácil quando você segue o processo certo.

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13.8.12

Comportamento do Consumidor: Uma Análise em 360°

Comportamento do Consumidor. Uma análise em 360° - YouTube



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8.8.12

Resumo do Livro: DESONESTIDADE - Dan Ariely

Dan Ariely, psicólogo e pesquisador em Economia Comportamental, é um dos meus escritores favoritos! A mistura de clareza, bom humor e referência às pesquisas me agrada bastante.

Seu novo livro A mais pura verdade sobre a Desonestidade (The Honest Truth about Dishonesty) vai contra a visão de que:
  • As pessoas são desonestas ou criminosas por uma simples questão de custo-benefício (como o modelo proposto pelo ganhador do nobel em economia Gary Becker).
  • A corrupção é uma atitude deliberada de pessoas altamente sem escrúpulos.
  • Basta aumentar a punição e diminuir a impunidade para solucionar o problema.

Livro Desonestidade - Dan Ariely


Apresentando o resultado e a metodologia de suas pesquisas, Dan Ariely demonstra que os maiores prejuízos nas organizações advém das pequenas "trapaças" que pessoas comuns acham ok em fazer, e ainda assim se vêem como honestas.

Dan enfatiza que certas condições podem estimular esse comportamento, que muitas vezes chega até a ser inconsciente: a pessoa só "cai em si" sobre a desonestidade após ser confrontada.

Segundo suas pesquisas, o risco de ser pego e a quantia monetária envolvida não tiveram influência crucial como ocorreu com outros fatores, dentre os quais:

Habilidade de Racionalizar e Criatividade - Pessoas criativas ou boas em arrumar desculpas podem encontrar muitas formas de justificar a si mesmas a desonestidade que cometem. Alguns se sentem injustiçados por algum motivo e se convencem de que a desonestidade é uma compensação.

Conflitos de Interesse - Muitas vezes o interesse particular de uma pessoa prevalece no momento de tomar uma decisão que envolve um grupo, como pode acontecer nas recomendações de advogados, médicos, consultores, mecânicos, etc aos seus clientes - que podem visar mais o benefício próprio do que do contratante - e eles não verão nada de errado nisso.

Um primeiro ato imoral (Efeito "Que se Dane") - A pessoa que comete 1 único ato imoral, por pequeno que seja, pode abalar sua auto-imagem de pessoa honesta e levá-la a cometer atos imorais cada vez maiores. Um dos testes realizados, foi dar um óculos falsificado às pessoas e os resultados foram muito piores no teste de honestidade.

Esgotamento - Pessoas cansadas ou submetidas à muita informação, antes dos testes de honestidade, tiveram resultados piores do que a média.

Outros se beneficiando da trapaça - Testes de honestidade em que a trapaça de um poderia beneficiar seu grupo, apresentaram índices maiores de desonestidade. Pode ocorrer situação similar com um profissional que não aponta a "trapaça" de um grupo amigo na empresa porque comprometeria o bônus deles.

Ver outros sendo desonestos - Pessoas que viram algum colega fazendo um ato desonesto, apresentaram uma incidência maior de desonestidade.

Cultura - Dependendo de cada cultura, certas situações de desonestidade são mais toleradas do que outras, como adultérios, subornos, lobbying, etc.

Distanciamento do Ato - Quanto mais distante do valor monetário em si, mais fácil é cair na desonestidade. As pessoas que fizeram o teste com fichas (que seriam trocadas por dinheiro) apresentaram maior desonestidade. Em outro teste, também concluíram que é mais fácil para as pessoas roubar uma lata de coca-cola do que o mesmo valor em dinheiro. Por fim, a crescente virtualização do dinheiro (cartões de crédito, transações na web, títulos e derivativos, etc) pode facilitar à tentação para a desonestidade.

Flexibilidade Moral - Nos testes de honestidade, em vários países diferentes, notou-se uma flexibilidade moral. A maioria das pessoas trapaceavam sua pontuação em 10% à 20% nos experimentos em que a trapaça era (propositalmente) possível.

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De acordo com o livro, a desonestidade não é algo exclusivo dos criminosos e amorais. Todos nós, em muitos momentos cometemos deslizes, e somados causam grandes impactos na sociedade como um todo. Ainda assim, não nos vemos como desonestos ou pessoas ruins, e somos capazes de atos extremamente nobres.

Para Dan Ariely, a maioria das pessoas deseja se ver como pessoa honesta, porém, contamos demais com nossa capacidade de auto-controle. Quando a tentação aparece, nosso sistema de pensamento 1 (mais automático, instintivo - ver Kahneman e Taverski) acha difícil não aproveitar a oportunidade de se beneficiar, e para resolver o conflito, buscamos formas de nos convencer de que está tudo bem.

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Nas pesquisas presentes no livro, algumas ações simples tiveram grande impacto para reduzir a desonestidade e nos ajudar com o nosso (falho) auto-controle:
  • Lembretes - Colocar simples lembretes morais no momento da tentação. Pedir a assinatura das pessoas antes do ato, ou fazer um juramento, aumentaram bastante o nível de honestidade (mesmo ateus jurando sobre a Bíblia, apresentaram níveis maiores de honestidade).
  • Eliminar o conflito de interesses - Compreender como os conflitos de interesse e conceber meios para que o cliente final e o prestador de serviço tenham interesse compartilhado.
  • Reduzir o esgotamento - Cuidar para que em situações que possibilitem a desonestidade, as pessoas não estejam muito cansadas fisicamente e mentalmente.
  • Supervisão - As pessoas não querem ser vistas pelos seus pares como desonestas.
  • Cuidado com primeiras trapaças e o contágio social - Mesmo pequenas desonestidades podem levar ao efeito "que se dane" em alguém ou gerar uma onda de desonestidade, e portanto devem ser coibidas e trabalhadas para que não aconteçam novamente.

Vídeos:



Livro Desonestidade - Dan ArielyLivro Desonestidade - Dan Ariely



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